Longas noites de sono não são essenciais para rotina saudável

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A prática de dormir oito horas seguidas à noite não é uma questão biológica, mas, sim, social.  De acordo com historiadores, nossos tata(tata)ravôs costumavam dormir com intervalos longos, durante os quais realizavam inúmeras atividades sociais. Tudo mudou com a modernidade e suas ferramentas, que permitiram ao homem um controle maior da luz.

É isso o que afirma Alan Luiz Eckeli, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) e responsável pelo Centro de Medicina do Sono de Ribeirão Preto, ambos da USP. Ele também diz que o mais importante para a manutenção da saúde é conseguir dormir por oito horas, mesmo que não seja por um período continuado.

O professor também dá dicas de como melhorar a rotina de sono.

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Alan Luiz Eckeli, professor da FMRP, afirma que o que importa é a quantidade de horas dormidas, contínuas ou nãoPor Bruna DiseróEditorias: Atualidades – URL Curta: jornal.usp.br/?p=282045